Todo mundo mede o que você faz com a IA ligada. Nós medimos o que sobra quando ela desliga.
As três perguntas que nenhum certificado de participação responde.
Cursos ensinam a usar a IA. Aqui você treina as decisões que o seu cargo exige — e sustenta o número sob questionamento. Com a própria IA como mesa, contraditório e alavanca.
Usar IA é uma habilidade. Decidir sobre IA — e com IA — é um ofício: formular a tese, aprovar o capital, supervisionar o risco, defender o número. Onze meses por ano, o que a sua função exige é o segundo.
O centro do programa é o aprendizado: treze competências de decisão, praticadas em simulações com personagens-agentes, no Teste Ácido e no Preparar Apresentação. As funcionalidades vêm depois — como diferenciais, não como argumento.
Todo curso ensina o business case de IA. Nenhum treina defender o orçamento da sua função — com IA como alavanca — sob challenge.
Treze competências. Cada uma abre com uma frase do que você passa a fazer.
As treze competências são praticadas em simulações, no Teste Ácido e no Preparar Apresentação. Camada opcional: módulos de aplicação por função (CEO, CFO, CMO, CHRO, CIO/CTO/CDO, COO, CLO/GC, CSO). O conteúdo é revisado em semanas quando a regulação ou o mercado mudam.
Simulações realistas, desenhadas por quem fez isso pessoalmente e ao vivo, por 23 anos. Na sala, personagens-agentes de IA independentes — cada um com papel, informação e objetivos próprios. Você decide sob pressão de tempo e contraditório, sem plateia e sem custo político.
Você recebe o material do caso e os gatilhos — o que a mesa sabe, o que cada personagem quer, o que está em jogo. Prepara-se como se preparou para a reunião de verdade: com IA, se quiser.
Por voz, em tempo real, com os personagens-agentes. Eles discordam, pressionam, omitem, pedem o número. Você conduz a mesa até uma decisão.
Uma recomendação, um voto, um plano — o artefato que a reunião exigiu. Depois, o debriefing privado: o que você fez, o que isso praticou e o que fica como hipótese.
Dado confidencial nunca entra: o caso é construído para a simulação. Sigilo não é política — é arquitetura.
A sua proposta ou posição sabatinada antes da reunião de verdade — por uma IA desenhada para ser desafiadora, não para concordar.
A informação que falta pedir e o Q&A provável do Comex ou do conselho, montados antes da reunião.
Protocolo de perímetro, sem integrações automáticas, isolamento por participante, independência de fornecedor.
O mapa de temas entra por ingestão, sem retreino. Quando a regulação ou o mercado mudam, o programa muda no mesmo mês.
O debriefing é privado e descritivo. Ele fala do que você fez diante dos casos — não de quem você é.
Nenhum resultado é compartilhado com terceiros. Em turmas contratadas por empresas, a devolutiva ao contratante segue o que o contrato define, sempre em nível de turma.
Dados com fonte sobre IA e decisão executiva no Brasil.
As três perguntas que nenhum certificado de participação responde.
Para quem decide por conta própria. Contratação online, com cartão de crédito.
Para empresas e conselhos. Dez participantes por turma; contrato e faturamento direto — não pelo site.
Solicite uma demonstração: uma sessão individual, com devolutiva e sem compromisso.