Quase todo programa de IA para lideranças pede, em algum momento, que o participante traga o seu caso real: a estratégia da empresa, o orçamento da área, a pauta do conselho. É compreensível — e é o maior risco de sigilo que uma formação pode criar. Documentos saem do perímetro da empresa, passam por ferramentas que o jurídico não homologou e ficam em históricos que ninguém audita.
O protocolo de perímetro
Na Discernia, o dado confidencial nunca entra. O protocolo tem três passos.
- Primeiro: os casos são construídos para a simulação. Setor, números e personagens são verossímeis e são nossos. Em turmas fechadas, adaptamos ao setor — nunca à empresa.
- Segundo: não há integrações automáticas. A plataforma não se conecta ao e-mail, ao drive ou aos sistemas da empresa. Nada entra sem que uma pessoa decida colar — e a regra é não colar.
- Terceiro: isolamento por participante e independência de fornecedor. Cada histórico é só da pessoa; os modelos podem ser trocados sem que o método mude.
O que isso custa — e o que entrega
Custa realismo de superfície: você não vai ver o logotipo da sua empresa no caso. Entrega realismo de fundo: a mesa é verossímil, o contraditório é real e nada do que você disse pode voltar contra você. É o que permite decidir sem plateia e sem custo político.
Sigilo não é política. É arquitetura.
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