O relatório “State of AI in the Enterprise 2026 — The untapped edge”, da Deloitte, publicado em janeiro de 2026, traz uma comparação útil para quem decide sobre agentes de IA: o quanto as empresas esperam usá-los e o quanto dizem ter de governança para isso.
Os três números
- 23% das empresas usam agentes de IA ao menos moderadamente hoje.
- 74% esperam usá-los ao menos moderadamente em dois anos — 23% de forma extensiva e 5% como componente central da operação.
- 21% dizem ter hoje um modelo maduro de governança para agentes autônomos.
Como ler
São medidas diferentes: 74% é expectativa de uso daqui a dois anos; 21% é a situação declarada hoje. Ainda assim, o contraste mostra o ponto: a ambição corre mais rápido que a governança. Os números são autodeclarados por líderes de negócios e de tecnologia, e “modelo maduro” é uma autoavaliação.
Para quem decide, a pergunta prática é concreta: quais decisões o agente pode tomar sozinho e quais exigem aprovação humana, e quem responde quando ele erra? No Executivo AI-Ready essa pergunta é praticada em simulações por voz com personagens-agentes, sob contraditório, com um debriefing privado e descritivo — sem nota, sem ranking, sem certificação. Conheça o programa ou veja o sistema em ação.
Esta é a leitura da Discernia sobre uma fonte pública; não representa a opinião da Deloitte.
- Rowan, J.; Mittal, N.; Ammanath, B.; Perricos, C. State of AI in the Enterprise: The untapped edge. Deloitte, jan. 2026. Disponível em: deloitte.com.
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